Pode parecer dramático o título do post, mas é o que estamos vivendo atualmente. Com o aval do governo petista e o apoio de entidades de defesa dos direitos humanos, muitas “vítimas” da “ditadura” militar brasileira estão recebendo gordas indenizações por danos sofridos durante os chamados anos de chumbo. Nessa lista estão jornalistas como Ziraldo e Jaguar e terroristas consumados, como o Diógenes do PT, que, por “serviços prestados contra a ditadura”, recebe uma pensão de R$1.627,72, paga com o dinheiro do imposto que você paga, contribuinte.
Eis uma lista das ações do tal Diógenes, alçado à condição de herói por essa petralha que quer mudar o Brasil:
DESCRITIVO DAS AÇÕES PRATICADAS POR DIÓGENES JOSÉ CARVALHO DE OLIVEIRA ( também conhecido como “LEANDRO”, “LEONARDO”, “LUIZ” e “PEDRO”)
- A revolução de Março 64 o encontrou como militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Sentindo-se perseguido (por quem? Por quê?), fugiu para o Uruguai, onde ingressou, em 1966, no recém-criado Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR) de Leonel Brizola.
- Ainda nesse ano, arranjado por Brizola, foi fazer curso de guerrilha em Cuba, onde ficou um ano e se destacou como especialista em explosivos (olha o talento do sujeito!).
- Em 1967, já no Uruguai, tomou consciência de que Brizola era muito de falar e pouco de agir. Diógenes queria, ardentemente, exercitar o que aprendera na ilha de Fidel (o bom aluno quer mostrar oq ue aprendeu!)
- Retornou ao Brasil e, em Porto Alegre, conheceu Almir Olímpio de Melo (“Paulo Melo”), que o conduziu a Onofre Pinto, em São Paulo, que também se havia desiludido com o comandante Brizola.
- Em Março 68, concretizou-se o congresso de fundação da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) – organização comunista criada para derrubar o regime pela luta armada – cuja primeira direção ficou constituída por Wilson Egídio Fava, Waldir Carlos Sarapu e João Carlos Kfouri Quartim de Morais, pelo grupo dissidente da Política Operária (POLOP), e Onofre Pinto, Pedro Lobo de Oliveira e Diógenes José Carvalho de Oliveira, pelo núcleo de remanescentes do MNR. Pôde assim Diógenes iniciar uma longa trilha de sangue, realizando algumas dezenas de ações terroristas na capital paulista, dentre as quais assaltos a bancos, explosões de bombas e assassinatos. O que se segue é, apenas, uma pequena, uma pálida idéia do que praticou esse militante comunista.
- No início da madrugada de 20 Mar 68, participou do atentado que fez explodir uma bomba-relógio na biblioteca da USIS, no consulado dos EUA, localizado no térreo do Conjunto Nacional da Avenida Paulista. Três estudantes amigos, que caminhavam pelo local, foram feridos: Edmundo Ribeiro de Mendonça Neto, Vitor Fernando Sicurella Varella e Orlando Lovecchio Filho, que perdeu o terço inferior da perna esquerda (pergunte se algum desses estudantes recebeu alguma indenização…).
- Na madrugada de 20 Abr 68, preparou mais uma bomba, desta vez lançada contra o jornal “O Estado de São Paulo”, que funcionava na esquina da Rua Major Quedinho com a Rua Martins Fontes; do mesmo modo que a anterior, a explosão feriu três inocentes.
- Na madrugada de 22 Jun 68, participou do assalto ao Hospital do Exército em São Paulo, localizado no Cambuci. Fardados de tenente e soldados, cerca de 10 militantes da VPR renderam a guarda e roubaram nove fuzis FAL, três sabres e quinze cartuchos 7,62 mm.
- Na madrugada de 26 Jun 68, fez parte do grupo de 10 terroristas que lançou um carro-bomba contra o Quartel General do então II Exército, no Ibirapuera, matando um dos sentinelas, o soldado Mario Kosel Filho (que teve o corpo completamente destroçado, resultado do talento de Diógenes), e ferindo mais seis militares.
- Em 01 Ago 68, participou do assalto ao Banco Mercantil de São Paulo, localizado na Rua Joaquim Floriano, 682, no bairro do Itaim, com o roubo de NCr$ 46 mil.
- Em 20 Set 68, participou do assalto ao quartel da Força Pública, no Barro Branco. Na ocasião, foi morto a tiros o sentinela, soldado Antonio Carlos Jeffery, do qual foi roubada a sua metralhadora INA.
- Em 12 Out 68, participou do grupo de execução que assassinou o capitão Chandler, do Exército dos EUA. Foi Diógenes quem se aproximou do capitão – que retirava seu carro da garagem, na frente da mulher e filhos – e nele descarregou os seis tiros de seu revólver Taurus calibre .38 (um ato de extrema bravura das esquerdas daqueles tempos).
- Em 27 Out 68, participou do atentado à bomba contra a loja Sears da Água Branca (como eram corajosos esses guerreiros, não?).
- Em 06 Dez 68, participou do assalto ao Banco do Estado de São Paulo (BANESPA) da Rua Iguatemi, com o roubo de NCr$ 80 mil e o ferimento, a coronhadas, do civil José Bonifácio Guercio (esse civil parecia muito perigoso… vá saber!).
- Em 11 Dez 68, participou do assalto à Casa de Armas Diana, na Rua do Seminário, de onde foram roubadas cerca de meia centena de armas, além de munições. Na ocasião, foi ferido a tiros o civil Bonifácio Signori (os civis daquele tempo eram perigosíssimos!).
- Diógenes foi o coordenador do assalto realizado em 24 Jan 69, ao 4º RI, em Quitaúna, com o roubo de grande quantidade de armas e munições e que marcou o ingresso de Carlos Lamarca na VPR.
- Em 02 Mar 69, Diógenes e Onofre Pinto foram presos na Praça da Árvore, em Vila Mariana.
- Um ano depois, em 14 Mar 70, foi um dos cinco militantes comunistas banidos para o México, em troca da vida do cônsul do Japão em São Paulo. Diógenes ficou pouco tempo no México, indo rever seus amigos em Cuba, onde ficou por cerca de um ano. Em 25 Jun 71, saiu de Cuba e foi para o Chile, que havia se tornado, com Allende, a nova “Cuba sul-americana”. Com a queda de Allende, em Set 73, retornou ao México e daí foi para a Europa, onde esteve em diversos países, dentre os quais a Itália e a Bélgica. Em fins de 1974, radicou-se em Lisboa, onde permaneceu um ano. Em Jan 76, iniciou seu périplo africano, onde foi para Angola e Guiné-Bissau, sempre junto com sua então companheira Dulce de Souza Maia, a “Judith” da VPR. Em 1979 e em 1981, representando o governo de Guiné-Bissau, esteve no Brasil por alguns dias. Em 1986, era o assessor do vereador do PDT Valneri Neves Antunes, antigo companheiro da VPR e fazia parte do movimento “Tortura Nunca Mais” (observe a “sinceridade” dos criadores de tal movimento…).
Na década de 90, ingressou nos quadros do PT/RS, sempre assessorando seus líderes mais influentes. Era o Diógenes da VPR. Hoje, é o Diógenes do PT. Atualmente é o presidente do Clube de Seguros da Cidadania, em Porto Alegre, órgão encarregado de coletar fundos para o PT.
Como se vê, é uma figura execrável esse Diógenes… No entanto, para a petralha, trata-se de um herói.
Agora, o ministro da justiça (rá rá rá), Tarso Genro, um ex-membro da luta armada, quer levar para a barra dos tribunais os militares ”torturadores”. O que temos aqui: os terroristas são tão dignos de desprezo quanto os torturadores. No entanto, estes últimos recebem os rigores da lei, enquanto aqueles recebem indenizações por seu suposto heroísmo.
Nunca é demais lembrar que próceres como José Dirceu, José Genoíno, Dilma Rousseff, Fernando Gabeira e outros participaram da luta armada, ou seja, sequestraram, assaltaram bancos, ameaçaram pessoas. Por que seus crimes são esquecidos e os dos ”torturadores” não? O que é justiça para esses esquerdistas?
O que esperar de uma bando de esquerdistas, cuja especialidade é distorcer a verdade? Isso é buscar justiça ou apenas o mais deslavado revanchismo?
Pense!

1 comment
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Agosto 8, 2008 às 5:35 pm
Eduardo Araújo
Que “dano” o ridículo Jaguar teve com o regime militar?
Será que foi a destruição infame, nojenta e criminosa da carreira de um artista com o talento que ele não tinha/não tem?
De repente, é isso mesmo que ele e seus comparsas esquerdistas pensam: não interessa a leviandade que levou Wilson Simonal ao ostracismo midiático, interessa é que o mentor da palhaçada o fez. E ainda encontrou espaço para pretender atirar ovos em Roberto Campos, quando da posse deste na Academia Brasileira de Letras. Como se chegasse sequer aos pés de Campos, seja em caráter, seja em inteligência, seja em capacidade intelectual.